Clockwork no Facebook
Tuesday, March 2nd, 2010Clockwork tem página no Facebook. Thanks to Helder ;)
Vai ser uma boa forma de reunir material perdido.
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Vai ser uma boa forma de reunir material perdido.
Quase 5000 km entre a Namíbia, Zâmbia, Zimbabué e Botsuana, com rota definida pelos vários parques naturais destes países, em companhia da família e amigos.
Chegamos a Windhoek, capital da Namíbia, partindo rapidamente para o Etosha National Park.
Ficámos hospedados no Okaukuejo Camp, um lodge com a particularidade de estar situado ao lado de um waterhole por onde passam os animais ao longo do dia e da noite para saciarem a sede das altas temperaturas. O Etosha é um parque enorme, excelente na diversidade e na quantidade de animais: leões, girafas, zebras, kudus, springboks, hienas…
Seguiu-se o Ongava, uma reserva natural situado ao lado do Etosha. Este parque é conhecido pelos seus rinocerontes, mas só alguns do grupo (os mais persistentes) tiveram o privilégio de os ver.
Seguimos caminho para a Faixa de Caprivi, pernoitando no Divava.
Escondido na margem do Okavango este lodge tem umas vistas privilegiadas sobre o rio.
O caminho continuou até à Zâmbia.
Ficamos no “The Royal Livingstone”. Relaxar e recuperar forças, envolvidos por uma atmosfera colonial e pela energia especial de Victoria Falls.
Os mais de 1700 metros de linha de água são ainda mais impressionantes quando vistos desde o Zimbabué.
O próximo destino foi o Chobe National Park, com “game drive” por terra e pelo rio. Vimos vários animais, mas foram os elefantes e hipopótamos que proporcionaram os momentos mais magníficos.
Do Chobe seguimos para Kasana onde nos esperavam pequenas avionetas para viajar com destino a Xudum, em pleno delta do rio Okavango.
Esta viagem num velho “cessna” foi um dos pontos altos, sobretudo a aterragem no meio da savana numa pista de terra batida improvisada.
Seguiram-se mais umas horas de jeep por caminhos que eram mais apropriados para barcos.
O Xudum foi um dos lodges mais bonitos de toda a viagem. A distância da civilização, as paisagens únicas, o pôr-do-sol inesquecível e o staff acolhedor, tornam difícil o regresso.
Começamos a viagem de regresso com destino a Swakopmund, parando em Lianshulu Mudumu e no Rundu, passeando de barco pelo rio Cubango, a fronteira natural entre a Namíbia e Angola.
Com base em Swakopmund, fomos ver a colónia de focas de Cape Cross. São milhares, comendo cada uma entre 15-30 kg de peixe por dia!!!
Para terminar as férias, passeamos pelas maiores dunas de areia do mundo.
O corpo não esquece o calor e na memória ficam gravadas as cores, os cheiros e a música que embalava as noites com o cantar hipnótico dos animais.
NOTA: Tenho mais de 5000 fotografias feitas com uma Olympus E420 com as objectivas 25mm e 40-150mm. Senti a falta de uma teleobjectiva e de um bom tripé mas estou contente com a resistência do material, a poeira fina e a humidade chegaram a pontos críticos, condições que o material suportou sem problemas. Tenho mais 12 horas de video HD filmados com uma Sanyo Xacti e não sei quando é que vou ter tempo para editar :)
27 de Setembro, 1972 – 1 de Janeiro, 2010
Soube hoje da morte da Lhasa. Fiquei triste.
05.01.2010 – Afinal são apenas rumores?! E de muito mau gosto… http://bit.ly/59wn0V
08.01.2010 – Preferia os rumores de mau gosto… http://bit.ly/8jnwGd
No referendo de hoje, o povo suíço foi questionado e respondeu, com uma maioria de 57.5%, “Sim” à proposição de modificar o artigo 72 da Constituição, adicionando a seguinte frase: “A construção de minaretes está proibida”.
Esta maioria suíça mostrou como a desconfiança, o medo e a ignorância, podem funcionar como motor para uma discriminação referendada mas sem sentido.
O vinho é algo mais do que uma simples bebida. Há algo de muito especial no descobrir de novos vinhos e nos momentos partilhados com os amigos a beber os novos sabores…
Tenho utilizado o Adegga, um site que funciona como uma rede social para troca de opiniões entre apreciadores de vinhos, com wishlists, favourites, cellar privado…
É um “Social Wine Discovery service” que funciona e que recomendo a todos os apreciadores de vinho.
P.S. O Adegga é o criador do AVIN, uma ideia simples mas muito bem aplicada.
Nunca fui um blogger compulsivo, o ritmo com o qual escrevi os meus posts foi flutuando, dependente da inspiração, da vontade e do tempo.
O Twitter chegou e os tweets rapidamente multiplicaram-se… absorvendo a inspiração, a vontade e o tempo do blog.
Um tweet não é um post mas um post é sempre um post.
Prometo mais tempo ao abandonado blog.
A testar o novo WordPress 2.0 para iPhone.
O novo interface foi significativamente melhorado para a moderação mas continua a não existir um verdadeiro resize das imagens e não há lista de tags já utilizadas (algo como as categorias).
Ok, é bom para moderar os comentarios e spam mas os posts desde um iPhone são tweets para mim…
Ontem, festejou-se o 1 de Agosto, a Festa Nacional suíça celebrada 718 anos depois do Pacto Federal.
A cidade de Neuchâtel ilumina-se com os fogos de artifício e nas margens do lago vêem-se os fogos de outras cidades… em casa com os amigos, comemos, bebemos e pactuamos.